O pessoal da ELO voltou inteiro... (* Franklin Rodrigues)
O pessoal da ELO voltou inteiro...
“Uma história quase desconhecida: 1ª ELO na Campanha da Itália”
Essa quase desconhecida unidade foi a 1ª Esquadrilha de Ligação e Observação. Foi criada por um Aviso do Ministério da Aeronáutica, em 20 de julho de 1944, embarcou junto com o 3º Escalão no General Meighs e foi extinta pelo Boletim Interno nº. 73-A da Artilharia Divisional do Exército em 14 de junho de 1945. Sendo que os aviadores e praças da Aeronáutica retornaram junto com o 1º Grupo de Aviação de Caça da FAB.
Uma missão de guerra tinha a duração média de 1h55, onde tanto o piloto como o oficial observador que o acompanhavam, ficavam expostos ao fogo antiaéreo tedesco, além do perigo da formação de gelo no cone do difusor do carburador, o que poderia provocar a parada do motor.
A ELO operou em vários campos, a maior parte em condições precárias. Nem por isso deixou de dar o melhor. A habilidade dos seus pilotos superava qualquer adversidade.
Fonte: “Com a 1ª ELO na Itália”
O Símbolo
O responsável pelo distintivo foi o Capitão Fortunato Câmara de Oliveira, piloto do 1º GAV.
A descrição desse distintivo é a seguinte:
O oficial o piloto
O binóculo o observador na sua constante vigília
O canhão a “Poderosa Artilharia”
As asas a Força Aérea Brasileira
As nuvens brancas a paz, tão desejada
O azul a imensidão do céu
Fonte: “Com a 1ª ELO na Itália”
O Avião
Ficha Técnica
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Fabricante |
The Piper Aircraft Corp. |
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Modelo |
L-4 Grasshoper |
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Entrada Serviço |
1941 |
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Produzidos |
5.700 |
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Motor |
Um Continental A65 radial a pistão de 65 hp e quatro cilindros |
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Envergadura |
11,31 m |
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Comprimento |
7,47 m |
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Altura |
2,03 m |
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Área da Asa |
n/d |
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Peso Vazio |
239 kg |
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Peso Máximo |
411 kg |
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Tripulação |
1 |
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Armamento |
Nenhum |
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Vel. Máxima |
148 km/h |
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Vel. de Cruzeiro |
n/d |
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Teto |
3.658 m |
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Alcance |
402 km |
Em San Justo, Pisa, receberam os Pipers. Naturalmente cada piloto, junto com os companheiros observadores, pôs os nomes de sua preferência.
Havia o Grupo Escola, Brasil, Bandeirante, Santa Therezinha, Timbiras, Ceara, Diogo Júnior e Luly.
Pipers L4 do 1° ELO em ação na Itália.
Numeração dos Piper L-4H Grasshopper utilizados pela 1ª ELO
=> 79943 (c/n 12239) usado na Italia em 1944/5 pelo 1a. Esquadrilha de Ligacão e Observacão. Em definitivo para o Brasil ao final da Guerra, renumerado FAB-3070 e depois (cerca 1957) ganhou o novo n° serial L4-3070.
=> 79967 (c/n 12263) usado na Italia em 1944/5 pelo 1a. Esquadrilha de Ligacão e Observacão. Em definitivo para o Brasil ao final da Guerra, renumerado FAB-3075 e depois (cerca 1957) ganhou o novo n° serial L4-3075.
=> 79982 (c/n 12278) usado na Italia em 1944/5 pelo 1a. Esquadrilha de Ligacão e Observacão. Em definitivo para o Brasil ao final da Guerra, renumerado FAB-3079 e depois (cerca 1957) ganhou o novo n° serial L4-3079.
=> 79987 (c/n 12283) usado na Italia em 1944/5 pelo 1a. Esquadrilha de Ligacão e Observacão. Em definitivo para o Brasil ao final da Guerra, renumerado FAB-3077 e depois (cerca 1957) ganhou o novo n° serial L4-3077.
=> 79990 (c/n 12286) usado na Italia em 1944/5 pelo 1a. Esquadrilha de Ligacão e Observacão. Em definitivo para o Brasil ao final da Guerra, renumerado FAB-3071 e depois (cerca 1957) ganhou o novo n° serial L4-3071.
=> 79993 (c/n 12289) usado na Italia em 1944/5 pelo 1a. Esquadrilha de Ligacão e Observacão. Em definitivo para o Brasil ao final da Guerra, renumerado FAB-3076 e depois (cerca 1957) ganhou o novo n° serial L4-3076.
=> 79995 (c/n 12291) usado na Italia em 1944/5 pelo 1a. Esquadrilha de Ligacão e Observacão. Em definitivo para o Brasil ao final da Guerra, renumerado FAB-3074 e depois (cerca 1957) ganhou o novo n° serial L4-3074.
=> 80007 (c/n 12303) usado na Italia em 1944/5 pelo 1a. Esquadrilha de Ligacão e Observacão. Em definitivo para o Brasil ao final da Guerra, renumerado FAB-3073 e depois (cerca 1957) ganhou o novo n° serial L4-3073.
=> 80008 (c/n 12304) usado na Italia em 1944/5 pelo 1a. Esquadrilha de Ligacão e Observacão. Em definitivo para o Brasil ao final da Guerra, renumerado FAB-3078 e depois (cerca 1957) ganhou o novo n° serial L4-3078.
=> 80009 (c/n 12305) usado na Italia em 1944/5 pelo 1a. Esquadrilha de Ligacão e Observacão. Em definitivo para o Brasil ao final da Guerra, renumerado FAB-3072 e depois (cerca 1957) ganhou o novo n° serial L4-3072.
Fontes:
L-4H - Piper Cub do 1º Esquadrão de Localização e Observação. (fonte: http://www.historia-da-fab.fly.to)
Os 10 Pipers L4-H da 1ª ELO.
Crédito: Acervo Geraldo Perdigão
Piper L4-H do subcomandante da 1ª ELO.
Crédito: Acervo Geraldo Perdigão
O Pessoal
Durante a Campanha da Itália ela esteve sobre o comando do General Oswaldo Cordeiro de Farias. O pessoal da FAB era composto por 10 oficiais aviadores, 1 intendente, 8 sargentos mecânicos de aviões, 2 sargentos de rádio, 8 soldados auxiliares de manutenção e 10 aeronaves Piper L-4H, na versão militar. O pessoal do Exercito era composto de 12 oficiais observadores aéreos, 1 cabo e 9 soldados de apoio. O Capitão Joaquim Victorino Portella Ferreira Alves cumpriu cerca de seis missões, quase 11 horas de observação aérea, mas não estava sob as ordens da 1ª ELO, apenas o avião era emprestado.

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Pilotos da Força Aérea Brasileira |
Nº de missões |
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1º Ten.-Av. João Torres Leite Soares |
70 |
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Asp.-Av. Francis Forsyte Fleming |
70 |
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2º Ten.-Av. Carlos Alberto Klotz |
68 |
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Asp.-Av. Luiz José Winter dos Santos |
67 |
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2º Ten.-Av. Darcy Pinto da Rocha Campos |
66 |
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2º Ten.-Av. Arnaldo Vissoto |
64 |
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Asp.-Av. Cornélio Lopes Cançado |
61 |
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2º Ten.-Av. Roberto Paulo Paranhos Taborda |
60 |
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Maj.-Av. João Affonso Fabrício Belloc |
55 |
|
Asp.-Av. Chafik Bittar |
54 |
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Asp.-Av. Joel Clapp |
48 |
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Observadores do Exército Brasileiro |
Nº de missões |
|
Cap. Adhemar Gutierrez Ferreira |
71 |
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2º Ten. Ionio Portela Ferreira Alves |
67 |
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2º Ten. Walter de Oliveira |
66 |
|
2º Ten. Cauby Eduardo Maia |
66 |
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1º Ten. Adalberto Villas Boas |
66 |
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2º Ten. Mario Dias |
64 |
|
1º Ten. Jorge Augusto Vidal |
62 |
|
1º Ten. Elber de Mello Henriques |
62 |
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1º Ten. Pedro Alberto de Souza Gomes Galvão |
59 |
|
1º Ten. Oswaldo Mescollin |
55 |
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1º Ten. Raul Ribeiro Guimarães |
16 |
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Gen. Brig. Osvaldo Cordeiro de Farias |
1 |
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Cap. Joaquim Victorino Portella Ferreira Alves |
6 |
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Outros observadores brasileiros |
Nº de missões |
|
Asp.-Av. Francis Forsyte Fleming |
1 |
|
Asp.-Av. Cornélio Lopes Cançado |
1 |
|
Asp.-Av. Chafik Bittar |
1 |
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Rubem Braga (Correspondente de Guerra) |
1 |
|
Asp.-Av. Luiz José Winter dos Santos |
1 |
|
3S Mec.-Av. Roxael de Souza Pinto |
1 |
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Observadores do Exército Britânico |
Nº de missões |
|
1st Lt. K. O'Connor (Royal Artillery) |
16 |
|
1st Lt. W. Bell |
4 |
|
1st Lt. J. Williams (Royal Artillery) |
1 |
|
Capt. A. Cadduby (Royal Artillery) |
1 |
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Sargentos e Praças da FAB |
|
1S Q.RT.VO José Reis |
3S Q.AV. Elidio Pereira |
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1S Q.RT.VO Sebastião Rubens Tecles |
S1 Q.MR. Valdemar Bittencourt |
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3S Q.AV. Orfeu Bertelli |
S1 Q.MR. José Gomes de Figueiredo |
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3S Q.AV. Roxael de Souza Pinto |
S1 Q.MR. Herbert Emygdio Nogueira |
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3S Q.AV. Mário Vicente de Oliveira |
S1 Q.MR. Jair Soares dos Santos |
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3S Q.AV. Vitor Zilber |
S1 Q.MR. Rubens Rossi Machado |
|
3S Q.AV. Ademétrio Dechatnek |
S1 Q.MR. Antonio Pioli |
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3S Q.AV. Levi Alves Carneiro |
S1 Q.MR. Fausto Vasques Villanova |
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3S Q.AV. Lirio Reis Santos |
S1 Q.MR. Geraldo Perdigão |
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Cabos e Soldados do Exército Brasileiro |
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CB José Luiz Torres |
SD Orlando Peixoto da Silva |
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SD Damião Rodrigues |
SD Argemiro Bicudo de Almeida |
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SD Milton de Oliveira |
SD Josuel Lopes de Oliveira |
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SD João Gomes de Andrade |
SD Lourival Pinto do Nascimento |
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SD Alédio Magalhães |
SD Manuel da Silveira |
Medalha
Cruz de Aviação
Medalha destinada a missões de guerra, criada pelo Decreto-Lei nº 7.454, de 10 de abril de 1945, alterada pelo Decreto-Lei nº 8.901, de 24 de janeiro de 1946, e regulamentada pelo Decreto nº 20.497, de 24 de janeiro de 1946.
Essa distinção é oferecida aos membros das tripulações das aeronaves da FAB e de nações Aliadas que tenham desempenhado missões de guerra com eficiência.
Entre os Oficiais que realizaram missões de guerra na Itália como pilotos, a “Cruz de Aviação” com uma palma foi concedida a um Oficial-Aviador; a de três estrelas, a 13 Oficiais-Aviadores; a de duas estrelas, a sete Oficiais-Aviadores; a de uma estrela, a 21 Oficiais; e a simples, a 16 Oficiais-Aviadores, de acordo com o número de missões de guerra realizado.
Sentindo a necessidade de distinguir também os Oficiais-Aviadores que realizaram missões de patrulhamento contra submarinos no litoral brasileiro, durante a Segunda Guerra Mundial, o Governo instituiu a “Fita B” para a “Cruz de Aviação”, em 1947.
Assim, a distinção passou a ser usada com a “Fita A” ou “Fita B”, de acordo com a missão desempenhada: na Itália ou no litoral brasileiro.

As Cruzes de Aviação - Fita "A" (Esq.) e Fita "B" (Dir.)
Um grande mistério
Durante minhas pesquisas em Almanaques do Exército (1960 e 1964) e na coleção “Historia Oral do Exército na Segunda Guerra Mundial” que os oficiais observadores fizeram jus a Cruz de Aviação “Fita A” e um deles a “Fita B”. Todos eles receberam a Medalha de Campanha da FEB, alguns deles receberam a Cruz de Combate de 2ª Classe, todos receberam a Medalha de Campanha da Itália(FAB) e todos os que completaram mais de 35 missões receberam a Air Medal(EUA), alguns também receberam a Bronze Star(EUA).
Os que ganharam a Cruz de Aviação “Fita A”:
1 – Capitão Adhemar Gutierres Ferreira (Subcomandante)
2 – 1º Tenente Walter de Oliveira
3 – 1º Tenente Adalberto Villas Boas
4 – 1º Tenente Jorge Augusto Vidal
5 – 1º Tenente Pedro Alberto de Souza Gomes Galvão
6 – 1º Tenente Oswaldo Mescollin
7 – 1º Tenente Raul Ribeiro Guimarães
8 – 1º Tenente Elber de Mello Henriques
9 – 2º Tenente Iônio Portela Ferreira Alves
10 – 2º Tenente Mario Dias
11 – Capitão Joaquim Victorino Portella Ferreira Alves E o único condecorado com a Cruz de Aviação “Fita B”, não existe nenhum registro ou depoimento sobre esse motivo foi o 2º Tenente Cauby Eduardo Maia.
Finita guerra O comando da Esquadrilha resolveu após a cessação das atividades, face à rendição alemã que, para manter ocupado o pessoal, evitando futuras dores de cabeça, seria dada a todos os oficiais observadores(artilheiros) instrução de pilotagem. Cada oficial da FAB seria instrutor do oficial observador com o qual voara durante a guerra.
Bibliografia:
- Lima, R. Moreira "Senta a Pua", 2ª Edição – Belo Horizonte/Rio de Janeiro: Itatiaia e Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica, 1989.
- Vilanova, F. Vasques "Com a 1ª ELO na Itália" – Rio de Janeiro: Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica, 1991.
- Motta, Aricildes de Moraes “Historia Oral do Exército na Segunda Guerra Mundial”, Rio de Janeiro: Bibliex, 2001.
Sites:
www.rudnei.cunha.nom.br
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