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| A Batalha de Raseinai |
Enfrentando os poderosos tanques KV soviéticos, até então desconhecidos, os alemães da 6ª Divisão Panzer experimentam os rigores de um combate feroz, na primeira batalha de blindados da Barbarossa; e tem um relance sobre o tipo de guerra sem quartel que seria travado no Leste.
A historiografia em geral mostra que o período inicial da Barbarossa foi marcado por grandes sucessos militares. A Werhmacht iniciou a campanha em 22 de junho de 1941 esmagando, capturando e desorganizando as unidades do Exército Vermelho que se batiam em seu caminho. Com uma Força Aérea inexperiente, pulverizada no primeiro dia de campanha, e com o despreparo do Exército Soviético para travar uma guerra moderna, os alemães tiveram suas tarefas facilitadas no início da campanha. Porém, esses sucessos iniciais só foram alcançados em meio a muita coragem e sangue frio.
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| Bismarck |
| O encouraçado alemão Bismarck, um terror dos mares, um moderníssimo navio de combate, foi posto a pique pela esquadra inglesa do Atlântico na manhã do dia 27 de maio de 1941. Ele fora alvo de uma das maiores caçadas navais do século XX, quando a maior parte dos navios de guerra da Grã-Bretanha, senhora da mais poderosa esquadra do mundo, colocou como prioridade máxima afundar o Bismarck. Com ele foi-se a possibilidade da Alemanha nazista interceptar pela superfície os barcos que vinham de todos os lados do mundo para abastecer as ilhas britânicas. Dali em diante, quem tomou a tarefa de infernizar os comboios aliados foram os submarinos.
O Bismarck fazia parte de um conjunto de modernos encouraçados mandados construir por Hitler a partir de 1935 para recuperar o prestígio da Kriegsmarine, a marinha de guerra alemã. Além dele, saíram dos estaleiros da Blohm & Voss...
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| Operação Exporter |
No longínquo ano de 1941, enquanto a então poderosa Alemanha Nazista estava em fase final de planejamento da invasão a URSS de Stalin, um encontro de forças em um teatro de operações nem tão visível acontecia. No Oriente Médio, na região de Levant, se encontrava o Mandato Frances da Síria e Líbano. Sob controle da França desde o fim da Primeira Guerra Mundial e do Império Otomano, ambos os territórios serviam agora a França de Vichy e à Alemanha Nazista. Estrategicamente a leste do Egito, os aliados temiam que os territórios em poder dos franceses fossem usados como trampolim para pressionar as forças aliadas que combatiam ferozmente os alemães e italianos no norte da África..
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| Dia D - Preparação |
No meio do verão de 1943, um ano antes da invasão anglo americana à Normandia que levaria a libertação da Europa ocidental, as forças armadas de Hitler continuavam a ocupar todos os territórios conquistados durante a Blitzkrieg de 1939-1941 e a maioria das conquistas na Rússia de 41- 42. A Alemanha também mantinha suas conquistas da África quando teve que ajudar seus aliados italianos em 1941. Os contra ataques russos em Stalingrado e Kursk haviam empurrado de volta o perímetro da Europa de Hitler no leste. Mesmo assim, Hitler ainda controlava grande parte da Europa, com exceção dos neutros Espanha, Portugal, Suíça e Suécia.
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| Artigo - Navios do Inferno |
Os americanos referiam-se aos navios japoneses, de carga ou de passageiros, que transladavam prisioneiros de guerra como "Hellships". Com os aliados fechando o cerco sobre o Império Nipônico, os prisioneiros de guerra que estavam principalmente nas Filipinas, Singapura e Hong Kong começaram a ser transferidos para Taiwan, Japão e Coréia nos porões destes navios. Não é necessário dizer que as condições eram sub-humanas e os riscos imensos. Os japoneses construíram várias classes de navios tendo como base um mesmo desenho. Em muitos casos, a foto de um navio de uma dessas classes não podia ser identificada positivamente...
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| Artigo - Defesa Móvel e a Reconquista de Kharkov |
Existem basicamente dois tipos de operações militares: defensivas e ofensivas. Embora as defensivas visem à manutenção e/ou posse de algo (uma cidade, estrada, colina. etc.), a constante evolução da guerra impôs também uma mudança no panorama geral da defesa. A tradicional defesa frontal e estática, que visava desgastar o inimigo pela usura, foi gradualmente perdendo terreno. Outros procedimentos, como a defesa em profundidade, foram utilizados, tentando minimizar os impactos que a tecnologia levou ao campo de batalha (foguetes, tanques, aviões, etc.) Mas mesmo a defesa em profundidade não pôde suplantar plenamente o desenvolvimento dos exércitos modernos... Continua>>
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